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Contagem regressiva:
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Questionário sobre o Fenômeno Zumbi

Amigos Zumbis, para todos aqueles que curtem o universo zumbi, seja através de jogos, livros, filmes, RPG e etc. Segue uma breve pesquisa, que faz parte do estudo da amiga Luciana Viana, contamos com a colaboração de todos!

Acesse o link:

“All Flesh Must be Eaten’: análise simbólica do fenômeno zumbi”

Lembrando que todas as informações são sigilosas. Vamos ajudar!

Thu, May. 24, 2012 .
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Ganhadores do Concurso Zombie Walk RJ!

Parabéns aos ganhadores e à todos os zumbis que participaram do Concurso Zombie Walk RJ.

Isaac Sinistro, Gabriel Gothmate, Anthony Lessa, Guilherme Bittencourt e Victória Wakefield são os grandes ganhadores, cada um levará para casa um exemplar do livro: “Apocalipse Zumbi - Os Primeiros Anos”, de Alexandre Callari.

Os livros serão entregues pessoalmente, dia 20/05 às 14 horas, na Quinta da Boa Vista (nas mesas de Pic Nic, do lado esquerdo, seguindo reto pela entrada principal).

Qualquer pessoa, mesmo os que não puderam participar do concurso, que queiram aparecer para rever o pessoal também serão muito bem vindos.

Qualquer dúvida, entrar em contato com a organização, através do grupo ou e-mail zombiewalkrio@gmail.com

Thu, May. 10, 2012 .
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Concurso de fotos ZWRJ

Concurso

ATENÇÃO! DATA LIMITE PARA ENVIO DAS FOTOS: 30/04/12

Não perca tempo e envie sua foto zumbi!

É muito fácil ganhar, será um livro pra cada um dos 5 ganhadores! Eu disse 5 livros Apocalipse Zumbi! Se eu fosse você ia me transformar em zumbi agora.

Maiores informações sobre as regras aqui: Concurso Apocalipse Zumbi

Wed, Apr. 11, 2012 .
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Concurso de fotos ZWRJ - Apocalipse Zumbi

Atenção zumbizada, nós, da Zombie Walk RJ, vamos sortear 5 livros “Apocalipse Zumbi - Os Primeiros Anos”, de Alexandre Callari, para os melhores zumbis do grupo.

Como participar:

- Curta a página da Zombie Walk RJ no Facebook: www.facebook.com/zombiewalkrj

- Crie um álbum no seu perfil do Facebook com o título “Concurso Zombie Walk RJ”. Poste uma foto sua, caracterizado de zumbi, em alguma das edições passadas da Zombie Walk RJ e envie o link do álbum para zombiewalkrio@gmail.com , colocando no assunto do e-mail: Concurso ZWRJ.

OU

- Se você não possui uma foto sua na Zombie Walk RJ, você também pode participar, basta fazer uma caracterização zumbi bem legal e seguir os mesmos passos do tópico anterior.

- Apenas uma foto participará do concurso, então escolha bem qual foto será postada no seu álbum.Coloque apenas a foto participante no álbum e lembre de deixá-lo destrancado.

- Você não precisa necessáriamente estar sozinho na foto (embora seja melhor), caso haja mais de uma pessoa com você, deixe CLARO qual zumbi é você. Se as outras pessoas que aparecem com você, quiserem participar com a mesma foto, elas podem, desde que sigam todos os passos das regras.

- Nós julgaremos pela caracterização zumbi, a qualidade da foto não influenciará. Então vale de tudo, até foto de celular.

- Fotos com montagens serão desclassificadas, ou seja, fotos com feridas colocadas digitalmente, make-up digital e etc.

- Os organizadores votarão nas fotos, dando notas de 0 a 5, assim teremos a média de quais foram os vencedores. As notas são secretas.

- Os vencedores serão divulgados no grupo, site e página do Facebook da Zombie Walk RJ.

- Os livros serão entregues pessoalmente, em uma reunião de confraternização, com data e local à combinar, na qual todos os membros, mesmo os que não participaram do concurso, estarão convidados a ir.

Boa sorte à todos e que vençam os melhores zumbis!

Thu, Mar. 15, 2012 . 2 notes
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Confira o álbum de fotos oficial da ZWRJ!

Wed, Nov. 09, 2011 . 7 notes
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[Flash 10 is required to watch video]

A ZWRJ teve destaque no Fantástico desse domingo, dia 06/11.
Nesse vídeo você confere a matéria completa do programa.

Se você tiver fotos ou vídeos, envie pra gente!
Estamos montando os álbuns oficiais! 

Grupo Facebook ZWRJ
 / Comunidade Oficial no Orkut

(Source: zombiewalkrj.com.br)

Mon, Nov. 07, 2011 . 16 notes
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Fotos Zombie Walk

Amigos zumbis,

Pedimos para aqueles que tiverem fotos e vídeos da Zombie Walk RJ 2011, que enviem para o e-mail zombiewalkrio@gmail.com ou postem os links dos álbuns na nossa comunidade oficial do orkut ou facebook:

Grupo Facebook ZWRJ

Comunidade Oficial no Orkut

Fri, Nov. 04, 2011 .
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Você está preparado?

Falta muito pouco para a Zombie Walk desse ano. Você já terminou de separar tudo que precisa para ser um autêntico zumbi?

Prepare o sangue e afie seus dentes! Este é um dos melhores dias do ano para nós, amantes do universo zumbi.

Lembramos que a previsão do tempo diz que dia 2 será um dia de sol, com muitas nuvens durante o dia e períodos de céu nublado, sem chuva.

Hoje é dia 31 de outubro, feliz Halloween para todos!

Mon, Oct. 31, 2011 . 2 notes
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Entrevista - Alexandre Callari

                  

O blog da ZW bate um papo bem abrangente e informal com Alexandre Callari, pioneiro da literatura morta-viva no Brasil com seu livro Apocalipse Zumbi. Entrevista feita por Bernardo Brum.

- Fala, Alexandre. Em primeiro lugar, é uma honra poder entrevistar um cara pioneiro no Brasil em matéria de literatura zumbi. Como surgiu a vontade e a inspiração para apostar nesse campo? E a expectativa de apostar em algo pouco explorado na literatura brasileira foi baixa ou alta?

Olá. Eu que agradeço pela entrevista. Bem, eu sou um apaixonado pelo gênero terror desde criança. O primeiro filme que assisti do gênero zumbis foi A Volta dos Mortos Vivos, em 1985, em um VHS piratão. Eu tinha 9 anos de idade, então dá para imaginar o impacto que aquele filme teve em mim, desde a ideia da contaminação, àqueles seres carcomidos levantando do cemitério e, claro, a dança erótica de Linnea Quigley, que fica praticamente o filme inteiro pelada. Fui fisgado pelos zumbis ali e sempre gostei do tema, mas foi só no final da década de 1990, que comecei realmente a me tornar aficionado. Sempre quis fazer algo relacionado ao assunto e foi por isso que levei a proposta para a Editora Generale. Entre várias ações que faço para eles está uma consultoria relacionada à cultura pop; eu identifico tendências e monto projetos que acredito terem potencial para este mercado. Há mais de dois anos, identifiquei que a onde de vampiros estava entrando em sua fase terminal e, ainda que eles nunca saiam de moda prá valer, o boom iria terminar. Por outro lado, eu tinha certeza que zumbis estavam para estourar. Após uma breve pesquisa, vi que não havia ainda uma obra escrita por um autor brasileiro; portanto montei um projeto e apresentei uma dezena de argumentos justificando-o. A editora acreditou no potencial da obra e deu sua aprovação. Daí para frente, foi só começar a trabalhar em cima.

- Qual sua análise da atual cena de literatura fantástica?

 Eu acho um momento espetacular. Nunca passamos por nada parecido antes. Tem muita gente produzindo, seja na internet, seja em papel impresso. Há pessoas sérias no cinema também, e quadrinhos. O público, por sua vez, está respondendo aos autores nacionais e é justamente isso que os executivos estão começando a enxergar. Estou convicto que se as coisas continuarem assim, sem sofrer qualquer revés, daqui a alguns anos teremos uma cena com o triplo de força, que sairá da marginalidade e ganhará o mainstream de uma vez por todas.

- Como surgiu a inspiração para construir um panorama de narrativas paralela para representar os muitos pontos de vista sobre uma situação pós-apocalíptica, em Apocalipse Zumbi?

De vários lugares. Da televisão, de Lost. Da literatura, de O Senhor dos Anéis. Das HQs, de diversos trabalhos de Alan Moore e Grant Morrison, que vira e mexe propõe narrativas não-lineares. Os cortes em momentos-chaves dos capítulos aprendi com Dan Brown, ainda que eu não curta muito os livros dele. Eu queria humanizar os personagens, mostrar o passado de alguns deles, pois isso cria empatia e ajuda o leitor a entender certas decisões tomadas no presente; queria criar suspense entre uma cena e outra, então preparei vários focos narrativos ocorrendo simultaneamente e saltava de um para o outro, interpolando-os com flashbacks. Foi algo muito, muito difícil de ser feito, pois tinha que amarrar todas as pontas com precisão e manter o interesse do leitor, sem deixar que o ritmo da história, que é alucinante em grande parte do livro, se perdesse.

 - Falando de narrativa, quais seriam suas principais referências na literatura para escrever este livro? Quais, na sua opinião, são os grandes mestres do terror?

Nossa, eu adoro Lovecraft e Poe. São caras que sempre que posso, leio e releio. Gosto dos primeiros trabalhos de King e Clive Barker também. Há algumas obras que merecem destaque, como O Exorcista de William Peter Blatty (realmente assustador) e Frankenstein, de Mary Shelley, que levou tudo a extremos inimagináveis. Mas a verdade é que leio de tudo e minha biblioteca particular tem mais de 2.000 livros e 11.000 HQs. Você encontrará livros aqui de todos os gêneros, de baboseira esotérica e auto-ajuda, à literatura fantástica; de coleção de Nobel de Literatura, a livros de História, Geografia, Economia, etc.

- E em um campo geral, quais foram suas fontes de inspiração principais que te ajudaram a escrever o livro?

O cinema. Tanto que minha narrativa é muito cinematográfica. Romero e Fulci foram especialmente importantes, mas fui influenciado por muitos caras que fizeram trabalhos na área nos últimos anos. O curioso é que muita gente tem apontado similaridades com The Walking Dead, porém eu li apenas os primeiros volumes, então nesse caso, é coincidência mesmo.

- Muito dos personagens, parecem representar determinados arquétipos (como a mulher guerreira, o guerreiro africano, o oriental que concilia sabedoria e violência, o grande líder, sua fiel esposa braço-direito…). Foi algo pensado desde o início representar o mundo zumbi em um panorama multicultural e multiétnico? Em sua opinião, que diferentes interpretações pode trazer ao se expandir o universo zumbi para atacar e refletir sobre todas as crenças e óticas?

Sim, foi algo pensado. Na verdade, todos os batedores são guerreiros que realmente existiram – claro que eu dei as características que queria a eles, pensando na fluidez da história. Mas de certo modo, me inspirei em personalidades reais e em seus feitos. Mas acima de tudo, o que quis, foi criar gente de verdade, com problemas de verdade. O líder, Manes, não é infalível. Chega a ser um cara chato, que carrega nos ombros o peso das decisões e suas consequências. A fidelidade canina que ele tem para com todos entra em choque quando ele não consegue ser fiel à sua esposa – e as consequências disso tudo são gravíssimas. As pessoas e o convívio delas acabam sendo um problema quase tão grande quanto os infectados, e essa é a verdadeira tragédia social que o romance traz à tona. Claro, não tenho pretensões de que o livro seja objeto de estudo, no fundo ele continua sendo uma história de horror, porém procuro dar conteúdo à obra, mesmo que nas entrelinhas. E acho que as pessoas refletem sobre suas vidas e atitudes ao lerem sobre as decisões que outros tomam, mesmo sendo esses personagens fictícios.

- Como, ou de onde, surgiu a idéia dos “meio-infectados” que mantém Espartano cativo?

De algo que, incrivelmente, não havia sido explorado até hoje. Meu livro não deixa claro se a causa de tudo foi mesmo um vírus, mas tudo indica que sim. Ao pesquisar sobre os vírus eu descobri que eles não agem da mesma maneira em todos os organismos (e ninguém sabe explicar ao certo o motivo). Portanto, concluí que em uma epidemia que afetaria milhões de pessoas, ainda que existisse um padrão, teria algumas pessoas sendo afetadas de forma distinta das demais. Portanto resolvi criar os semi-infectados, o que gerou uma das cenas mais malucas do livro.

            

- Há um lado crítico evidente no seu livro; opõem-se elementos preconceito contra conhecimento, força contra racionalidade, confiança contra traição Para você, dentre de todos esses pequenos dramas e temas dentro de um maior, quais são os mais importantes?

Confiança. Sem ela, não há mais nada.

- Na sua autocrítica, qual o maior trunfo do livro? E o que de diferenciado ele tem para oferecer aos leitores?

Estou sendo pioneiro aqui. Se as pessoas gostarem, tudo correrá bem, mas ao dar a cara prá bater primeiro, posso tomar várias pedradas. É uma faca de dois gumes. Eu, como fã de zumbis, tentei escrever um livro que teria adorado ler. Acho que o público perceberá essa sinceridade, que é a mesma de escritores como Max Brooks. Agora qual o maior trunfo do livro? Não sei, talvez a forma como lido com a cultura pop e todos os elementos escondidos no texto, como easter eggs. Acho esse tipo de leitura muito excitante.

- Quais foram as expectativas e como está sendo a recepção tanto de crítica quanto de público? Estão gostando?

Não tenho como dizer isso por enquanto, pois tive pouquíssimo feedback. Até o momento, todo o retorno tem sido positivo, mas é cedo para dizer.

- No seu perfil de autor no seu livro, consta da sua grande paixão por cinema, literatura e quadrinhos – conta ainda das suas exposições de mais de 11 mil revistinhas. Como surgiu a paixão pela arte seqüencial e quais são seus favoritos dessa mídia?

Comecei a colecionar em 1987 por influência de um tio e jamais parei. Simplesmente adoro quadrinhos, tanto que mantenho um site sobre o assunto (pipocaenanquim.com.br) e publiquei recentemente o livro Quadrinhos no Cinema. Meus favoritos são mesmo HQs de super-heróis, com uma predileção por personagens urbanos, como Batman, Justiceiro e Demolidor.

- Falando em quadrinhos, o que acha do fenômeno The Walking Dead?

Li apenas o que saiu no Brasil, mas achei genial. A série de TV começou bem, mas teve uma conclusão fraca. Espero que a segunda temporada arrebente.

- Falando da comentada paixão por terror, qual foi seu primeiro contato com a cultura zumbi? E para você, quais as grandes obras deste subgênero de terror – tanto em literatura quanto em cinema, quadrinhos, etc.?

Como disse lá em cima, foi com A Volta dos Mortos Vivos. Além desse, há muitas obras que adoro como a trilogia original de Romero e Zombie de Fulci. Mais recentemente a galera tem produzido filmes excelentes como Rec, Doghouse, Madrugada dos Mortos, Todo Mundo Quase Morto, Dead Set… Nossa, são tantos.

- Há uma atmosfera quase cinematográfica no livro. Essa paixão por cultura pop, de um modo geral reflete na concepção gráfica do livro. Como surgiu a idéia de incluir ilustrações e trilha sonora para enriquecer com imagens e sons aquilo que é descrito?

Tive um passado musical muito rico. Era baterista de uma banda de heavy metal chamada Delpht e gravei e produzi muitos CDs. Sabendo disso, meu editor queria que eu compusesse uma música para servir de trilha sonora do livro – uma proposta no mínimo diferente. Fui resistente no começo, mas acabei concordando. Aquela música se transformou em sete e o caminho natural foi incluir o CD encartado na obra. Logo, decidimos aplicar no projeto o conceito de story telling, no qual um produto principal é expandido para diversas outras mídias. Assim temos o cd, o trailer, os contos no site e a HQ, em fase de produção.

- Como você acha que a crise de valores enfrentada no livro se relaciona com a sociedade atual? Houve em seu processo criativo uma preocupação em manter constante essa relação, pra manter vivo esse lado “socio-político” dos zumbis?

Eu acho que a crise que acomete os personagens no livro se parece bastante com o que nossa sociedade atual enfrenta. A diferença é que no mundo real, a pressão vem de outras fontes; do trabalho (produzir, cumprir metas, angariar novos clientes, etc.), das expectativas que temos dos relacionamentos, etc. As pessoas, uma vez sob pressão, fazem besteira, a verdade é essa. Veja as atrocidades que ocorrem nas guerras, quando perdemos nossas referências e o desejo de sobreviver é colocado acima do bom senso. Infelizmente, o que ocorre no Quartel, a suposta traição, o comportamento de diversos personagens, tudo isso pode ser observado nos dias de hoje, só a escala é diferente.

- Por fim, gostaria de agradecer a entrevista, e espero escrever sobre seus próximos livros e te entrevistar sobre eles também. Se quiser, mande um recado para os leitores do blog. Muito obrigado!

Novamente, quem agradece pela oportunidade sou eu. Quero deixar um abraço a todos da Zombiewalk Rio e aos leitores do blog. Sintam-se a vontade de mandar um e-mail dizendo o que acharam do livro e podem confiar que as partes 2 e 3 vão sair com certeza. Valeu!

Top 5 Filmes de Zumbi de Alexandre Callandri: 

A Noite dos Mortos Vivos

Zombie

REC

A Volta dos Mortos Vivos

Extermínio

Thu, Oct. 27, 2011 . 1 note
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Esse tutorial é bem simples e usa tintas de pintura facial comuns, que podem ser encontradas em qualquer papelaria ou casas de festa.
O material usado pra fazer a pele rasgada nada mais é que cola Pritt macerada.
Uma boa (e barata!) alternativa para a cola é uma pasta acrílica, como essa aí ao lado, da Acrilex, chamada Textura Criativa, que pode ser encontrada nas melhores papelarias por um preço inferior a R$5 (embalagens de 60ml).
Compre a incolor, aplique com uma faca de plástico, espere secar e sigas os passos do vídeo.
Testado e aprovado! 

Tue, Oct. 25, 2011 . 16 notes

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